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Sexy Killer: Como Matar de Salto Alto

por Camila Jardim, 17 de set de 2010

Achei este filme por acaso e imediatamente se tornou um dos meus filmes favoritos de todos os tempos. Sexy Killer é um prato cheio para fãs de Terror e Comédia, em uma mistura inusitada de diversos subgêneros do mundo fantásticos que juntos se tornam infalíveis.

Em uma faculdade renomada, corpos começam a aparecer e ninguém poderia imaginar que a responsável por isso é Bárbara. A garota cursa medicina e é louca por moda, mas a aparência dela esconde uma serial killer impiedosa e criativa.

O roteirista Paco Cabezas escreveu uma obra genial, onde faz diversas referências aos grandes filmes de terror como os clássicos: A Morte do Demônio, Fome Animal e Re-Animator, e ainda diversas referências e citações sobre outros famosos filmes como: Titanic, Pânico e Sexta Feira 13. Toda a montagem e edição que passaram pelas mãos do meticuloso Miguel Martí, fazem deste um filme excelente. A atenção a todos os detalhes é impressionante, nada passa despercebido.

O elenco também não faz feio, e Macarena Gómez já se tornou uma de minhas heroínas, em uma interpretação magnífica, onde hora é uma boa moça e meio segundo depois incorpora uma assassina cruel.

O humor está presente durante todo o filme, e acho extremamente difícil qualquer um não dar gargalhadas altíssimas com os diálogos afiadíssimos e as faces caricatas de todos os personagens.

A história ganha peso quando Alex (Alejo Sauras) e Tomás (César Camino) entram na história. Dois amigos que preparam um projeto para sua tese, uma máquina que cura enxaqueca, que acaba se transformando em um ressuscitador dos mortos. Mas isto só acontece mesmo na parte final do filme. Tomás acaba se envolvendo com Bárbara, e os dois acabam se confundindo sobre a profissão e a intenção de cada um, o que gera situações completamente absurdas e hilárias.

Todas as mortes são incrivelmente criativas, a Sexy Killer usa todo tipo de arma para matar suas vítimas, e sempre as mata fazendo citações memoráveis. Para as mortes foram usadas, facas, armas, vassoura, um salto alto e um recipiente de água benta. O que faltou mesmo ao filme é sangue. Bárbara é muito criativa em suas mortas e não perdoa ninguém, mas tirando o começo onde ela corta a cabeça de um cara e põe na geladeira o gore é escasso. O sangue não jorra como muitos fãs do gore gostariam, mas cumpre seu papel de divertir ao extremo.

Sexy Killer é indicado a todos os fãs do gênero “Terrir” e pra quem quer morrer de rir. Apesar de ter um roteiro afiado o filme não se leva a sério em momento algum, é na verdade uma grande homenagem aos grandes clássicos. Diversão garantida para todos os gostos.

Nota:10/10

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Ela é Demais Pra Mim: Uma Comédia Romântica com Mais Áçucar

por Camila Jardim,

Entre tantas comédias românticas estreantes de 2010, uma certamente se destacou mais que as outras. Ela é Demais Pra Mim foge da mesmice com um tema diferente da já típica historinha do gênero, junto com um roteiro inteligente e elenco afiado.

Kirk é um guarda de aeroporto, fora de forma e com cara de otário, ele tem que agüentar a ex namorada visitando seus pais o tempo inteiro com seu novo namorado. A família e os amigos o lembram constantemente do quão idiota ele é e ajudam a fazer de sua vida um verdadeiro inferno. No meio de toda essa negação, Kirk conhece Molly, uma loira linda e bem sucedida, que depois de aceitar ter um encontro com o rapaz acaba se apaixonando por ele. Kirk, no entanto é inseguro e as pessoas que o cercam só pioram essa situação. Para piorar, a maluca da ex namorada fica com ciúmes e passa a querer Kirk de volta, tudo isso se encaminha para um festival de confusões.

Não é um roteiro genial, mas é um retrato exagerado do que acontece no “mundo real”. Quem não conhece alguém com estas características, ou melhor, quem nunca viu na rua um cara lindo com uma moça feia, ou uma mulher maravilhosa com um rapaz bizarro? Tenho certeza que todos já presenciaram isso. Agora me digam, quantos pensaram que “o amor é lindo” em vez de: “o cara/moça deve ter grana”?

Nos dias de hoje, é inevitável este tipo de pensamento, acredito que ninguém realmente pensa que os dois estão juntos porque realmente se amam, pois todas as demais alternativas sempre falam mais alto. A aparência é um fator essencial atualmente, o que faz o caráter ficar em segundo plano. O problema é que mais e mais as pessoas aceitam isso.

A abordagem do filme é esta, e é levada de forma satisfatória pelo diretor Jim Field Smith. Os roteiristas Sean Anders e John Morris fazem um bom trabalho no desenvolvimento da trama, pois o fato do rapaz não acreditar em sua sorte, porque assim como todos, foi levado a acreditar que tal coisa só acontece em filmes, é genial e triste.

Ouvi diversos elogios de meus amigos que assistiram bem antes de mim e fiquei muito ansiosa para assisti-lo. Mas como eu sempre costumo dizer: com grandes expectativas vêm grandes decepções. De forma alguma Ela é Demais Pra Mim é um filme ruim, longe disso, se destaca muito pelas peculiaridades, mas como esperava muito fiquei frustrada por não rir e nem me emocionar em momento algum. Comédias Românticas geralmente me causam um desses efeitos ou as vezes os dois. Mas não este filme.

Mesmo sem gargalhar me diverti muito. Jay Baruchel está ótimo como Kirk, idiota mas adorável. Alice Eve interpreta Molly e também faz um ótimo trabalho. A química entre os dois personagens é ótima, o que rende mais veracidade ao filme. A família de Kirk é extremamente excêntrica o que gera cenas bem divertidas e diálogos engraçados.

Enfim, Ela é Demais Pra Mim é o tipo de filme que passará diversas vezes na televisão, divertido, um pouco diferente, que apesar de se destacar no ano não tem muito de especial que marque história.

Nota: 7/10

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DISCOS CLÁSSICOS: Pet Shop Boys | Introspective

por johnny,

Já faz mais de 20 anos que o duo Pet Shop Boys (formado por Neil Tennant e Chris Lowe) lançou um dos maiores discos da história da música eletrônica. Um dos maiores símbolos dos anos 80, há um bom tempo vinha lançando álbuns de espetacular qualidade (vide Please e Actually) e sucesso, mas foi com esse disco que, em 1988, eles alcançaram o topo do sucesso, principalmente aqui no Brasil, onde segundo os arquivos da EMI, foi o álbum da gravadora mais vendido no país.

Começa com o pretensioso e lindo arranjo de orquestra em "Left To My Own Devices", certamente uma das canções mais lindas do álbum, na sequência temos a ótima "I Want a Dog" ( " eu quero um cão, um chihuahua / quando eu chegar ao meu pequeno apartamento / preciso ouvir alguém latir/ você pode se sentir tão só "), esta com direito a um solo de piano brilhante, depois segue com a pop e ensolarada "Domino Dancing", sucesso absoluto nas rádios brasileiras do fim da década.

Em seguida "I'm Not Scared", um exemplo de como é possível juntar melancolia e uma batida dance, com letra e arranjo impecáveis, a faixa contém samples de gravações da tv francesa de maio de 1968. Na sequência temos duas versões, "Always On My Mind" (que torna a versão original esquecível) e "I'ts Alright", do produtor Sterling Void, que fecha o disco em grande estilo, com uma levada poderosa. Esta última, assim como "Left To My Own Devices", tem produção de Trevor Horn.

Introspective é, sem dúvida, um dos 10 melhores discos dos anos 80. Com produção caprichada e a capa ousada para a época, pois remetia ao símbolo GLS (as sete cores do arco-íris), e logo tornou-se um clássico instantâneo, sucesso absoluto de crítica e público. Após mais de 20 anos ele continua fascinante, e ajudou a transformar o Pet Shop Boys numa lenda da música eletrônica, ou do synth pop, como é melhor definido o som deles.

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Os Mercenários: Elenco de Astros e Nada Mais

por Camila Jardim, 16 de set de 2010

Vou logo confessando que não sou fã de filmes de ação, assisto alguns, mas evito ao máximo. Não é a violência que me incomoda, até porque filmes de terror são meus preferidos, e o que não falta é violência. Geralmente o que não me atrai são os protagonistas estereotipados que não morrem nunca, e os diálogos quase sempre pobres ou machistas ao extremo. Enfim, por mais que não me atraia, ainda assisto, e tento analisar sem ser afetada pelo meu gosto.

Os Mercenários não é a oitava maravilha do mundo, pelo contrário, poderia facilmente ser tachado como uma porcaria sem proporção se não fosse o elenco estrelado dos “heróis” e “fodões” de filmes antigos e considerados clássicos.

Eu imagino a sensação que os fãs desses caras sentiram ao ver a reunião de tantos astros em um mesmo filme, mas esse amor incondicional simplesmente deixa qualquer um cego, ainda mais aqueles que quando gostam simplesmente não analisam todo o resto. Fiquei até pensando em um filme que reunisse todos os assassinos e monstros mais famosos do cinema fantástico em uma luta para acabar com o mundo, eu provavelmente choraria, mas ainda creio que conseguiria separar o cú das calças. Até por que, você gostar não significa que é bom.

A estória como provavelmente já leram aqui duas vezes ou em dezenas de outros sites, mostra um grupo de Mercenários comandado por Sylvester Stallone -que também dirigiu o longa metragem- que aceita a missão de ir a uma ilha sul-americana chamada Vilena, localizada no Golfo do México, para matar um ditador local, o General Garza (David Zayas).

A trupe dos Mercenários ainda é formada pelo especialista em facas Lee Christmas (Jason Statham), o especialista em artes marciais Yin Yang (Jet Li), o especialista em armas Hale Ceasar (Terry Crews), o especialista em demolições Toll Road (Randy Couture) e o franco-atirador Gunnar Jensen (Dolph Lundgren). O último tem problemas com drogas e fica descontrolado atacando um dos companheiros e sendo expulso da gangue, jura vingança aos ex-companheiros.

Com esse roteiro fuleiro e diálogos beirando o ridículo, o que salva mesmo são as quase inexistentes cenas de ação ou de luta. Membros decepados por uma metralhadora animal ou uma faca super afiada, são sempre cenas extremamente bem vindas, ainda mais em uma fã de sangue como eu. Mas isso basta para segurar um filme até o final?

A maior qualidade de Os Mercenários além de ter todo um elenco de celebridades da ação, é a duração do mesmo. Ele não dura o suficiente para ser uma completa perda de tempo, assim garante uma boa diversão, mas nada mais. Única coisa épica nesse filme é a reunião dos astros, e só! Faltaram mais lutas, principalmente entre os próprios astros e principalmente faltou emoção.

Dá pra entender a euforia dos fãs desses caras, mas fechar os olhos pra todo o resto é absurdo. Assisti ao filme com meu pai e meu irmão, e o bom senso dos dois garantiu que eu não ficasse sozinha em minha “análise” meia boca do filme. Os dois gostaram bastante de toda a testosterona apresentada nos ídolos do passado, mas assim como eu não consideram este um filme fodasso, muito menos um que fique pra história.

Portando Os Mercenários nada mais é que um bando de cara com nome brincando de fazer filme. Eu sei que tem muitos filmes que não se levam a sério, e este é um grande exemplo, como diversão pode ser eficaz, mas como filme é uma grande porcaria.

Nota: 5/10

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Sempre Ao Seu Lado: Impossível Não Chorar

por Camila Jardim,

Filmes de animais não são meu forte, mas alguns me fazem rir ou me emocionam de tal maneira que é impossível ficar indiferente aos fofinhos animais. Sempre ao Seu Lado é um destes filmes que faz até o mais sangue de barata soluçar de tanto chorar, eu juro que achei que não ia conseguir parar de chorar nunca.

Baseado em um história real, Parker (Richard Gere) pega o trem todos os dias para ir ao trabalho, e em uma dessas idas e vindas encontra um filhote de cachorro da raça akita, ao qual da o nome de Hachiko. Sem encontrar o verdadeiro dono do animal, Parker se apaixona pelo cãozinho e cria um laço inquebrável. Quando Parker morre, o cachorro mostra toda sua lealdade até o fim da vida.

Só de escrever esta crítica me recordo de cenas do filme e meus olhos se enchem de água instantaneamente. É eu sou uma chorona compulsiva, e assim que o soluço começa é quase impossível parar a choradeira.

Sempre ao Seu lado estreou em 2009, com roteiro assinado por Stephen P. Lindsey e Kaneto Shindô que simplesmente pegaram esta incrível história e transformaram nesta magnífica obra. Mas por mais que seja tudo muito tocante, não teria o mesmo efeito sem as mãos do diretor Lasse Hallström, que anteriormente dirigiu Gilbert Grape, Querido John, Chocolate e outros diversos filmes conhecidos. Considero genial todo o ritmo do filme, que depois da morte de Parker, muda a função de protagonista para o cachorro, o que poderia ter sido um fiasco, mas não é.

Sim metade do filme é o cachorro sentado em um canteiro, o mesmo em que esperava seu dono voltar do trabalho todos os dias, o cão espera pra sempre. Nunca pensei em dizer isso, mas a interpretação do cachorro merece um Oscar. Não estou exagerando. Um animal nunca me fez chorar tanto quanto este “ator canino” fez, aliás, me fez chorar mais do que com muito ator foda com mil diálogos.

Toda esta trajetória do cachorro, que passa 10 anos esperando seu dono voltar, é incrivelmente tocante. O resto dos personagens só incrementa esse recheio de lágrimas e drama que acaba de forma triunfal, com um texto sobre a história do verdadeiro Hachiko.

O ritmo do filme é ditado pela vida do cão, que com o passar dos anos já não esta tão bonito e forte, mas continua firme em sua lealdade de esperar seu amigo voltar. As pessoas na praça onde o cachorro fica logo sentem compaixão e acabam por cuidando do animal. Assim Hachiko se torna um cão de todos e de ninguém.

Uma narrativa cativnte sobre uma história linda de amizade. Recomendo a todos aqueles que gostam de uma boa choradeira e que são apaixonados por cães. Sempre ao Seu Lado é um filme inesquecível sobre um ato apaixonante.

Nota: 10/10

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Discos Clássicos: The Style Council | Café Bleu

por johnny,

Paul Weller deixou o The Jam, banda punk inglesa, para desbravar outros terrenos sonoros. com parceria de Mick Talbot (ex- Dexy´s Midnight Runners) ele produziu o primeiro LP , "Café Bleu," um álbum muito eclético para ser considerado um obra prima mas pelos seus acertos, vale a pena ouvi-lo. A mistura perfeita de R&B, jazz e pop resultou em um som divino.

A primeira faixa instrumental tem como base um piano maravilhosamente tocado por Talbot, em seguida o que Weller melhor sabe fazer, uma balada pop perfeita para ser ouvida, "the whole point of no return" é simplismente magnífica com uma guitarra dedilhada e a voz potente . Na terceira faixa evidencia o ecletismo do álbum, um jazz malucão e muito suingado que lembra os bons momentos do mestre Miles Davis. Talvez Weller nunca tivesse contentado com seu antigo grupo, pois não tinha a liberdade de experimentar tanto como agora. "Blue Café "é divinamente bela, com seus dedilhados de guitarra tocados brilhantemente por Paul. Mais uma vez as influências jazzisticas continuam a guiar o álbum.

"The paris match" é cantada pela ótima Tracy Horn, vocalista do "everything but the girl," ela interpreta a música de uma forma tão comovente que quase nos faz chorar. Em seguida uma dos melhores momentos do disco, "my ever changing moods" é uma balada que fez muito sucesso nos bailes e seu piano e a voz encantadora de Weller tornaram essa cançao uma pérola pop, ele realmente sabia compor belas canções pop.

O álbum tem seus momentos ruins, faixas como "dropping bombs on the white house e a gospel ",um rap muito estranho que chega a constranger o ouvinte acostumado com o ritmo jazzistico do álbum, mas a salvaçao vem com uma das mais belas canções dos anos 80, "you´re the best thing", uma música para ser ouvida juntinho com seu amor, um momento brilhante da carreira de Paul Weller.

O álbum ficou eclético demais para ser levado a sério, apesar de sua variedade ter um grande mérito. Chegou a fazer muito sucesso na inglaterra, influenciando outros artistas como o próprio "everything but the girl" e "swing out sister". As pérolas contidas neste álbum fazem com que ele mereça ser ouvido.

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[REC]²: O Terror Continua

por Camila Jardim, 15 de set de 2010

O problema de continuações de filmes elogiados e amados pelo público é que sempre trarão grandes expectativas e cobranças. Possivelmente não cconseguindo atingir o mesmo nível do primeiro, deixando os fãs frustrados. Com REC 2 aconteceu mais ou menos isso.

O filme se passa 15 minutos após o término do primeiro. Dessa vez um grupo da SWAT entra no prédio para escoltar um "Médico" que precisa recolher uma amostra de sangue da menina Medeiros para criar uma vacina, mas na verdade o cara é um padre do Vaticano.

Jaume Balaguero e Paco Plazo estão de volta e comandam esta sequência, tentando ao máximo manter o clima do seu antecessor. O problema é que os novos personagens são chatos, não convencem ou tem carisma algum, como em "Atividade Paranormal", eu queria mais é que eles morressem logo! O desenvolvimento da trama não convenceu a maioria dos espectadores, que desde o final do primeiro filme já temiam que a mudança do tema central poderia estragar todo o clima que se conseguiu com REC.

Naturalmente cheio de sangue e mortes, a película se desenvolve em 3 situações distintas até a metade. Em certa altura descobrimos definitivamente o que já se esperava com o final do primeiro REC, os zumbis são na verdade pessoas possuídas por uma entidade malígna.

O "primeiro momento" é do grupo da SWAT com a câmera colhendo as amostras de sangue. Tem luta, tem infectados, tem mortes, muito sangue, e as cenas onde o policial liga a câmera que acredito ser da arma ou do capacete são espetaculares. É como em Resident Evil -o jogo-,tudo escuro, só se vê a arma e um pequeno rastro de luz pela lanterninha. Bem tenso. Algumas cenas na cobertura com as crianças doentes são o ápice dessa primeira parte.

O "Segundo" momento, creio que seja a chegada dos adolescentes curiosos, que entram no prédio a procura de uma boa história. Isso ficou meio vago, como se fosse simplesmente mais gente pra morrer. Não reclamo, até porque os atores são tão irritantes que dá vontade de entrar na tela e empurrar eles para os infectados.

O "Terceiro" e melhor momento é quando chega uma surpresa! Alguém inesperado aparece e faz com que você fique de queixo caído. Depois disso é paulera, mais brigas, mais sangue, respostas, medo, e uma mudança radical na história de REC.
Fazendo um resumão, o filme é bom, tem sangue, mortes, demônios/zumbis, gente chata morrendo, surpresas, respostas e reviravoltas. Realmente é uma continuação, tem os mesmos infectados, e tráz de volta alguns personagens do primeiro filme. Isso eu achei bem legal. Mas não tem o mesmo efeito do primeiro, que para mim é uma obra de arte.

Infelizmente o REC 2 passa longe de ser uma obra prima moderna como o seu antecessor foi, mas ainda é um bom filme se você gostar da mudança radical da trama e se considerar as bombas que vem sendo lançadas hoje em dia. Particularmente a mudança de zumbi para demônios não afetou minha maneira de enxergar o filme, pelo contrário, achei até interessante. essa jogada. Enfim, por mais que não seja grande como o primeiro, REC 2 ainda garante muitas cenas de medo e tensão, e ainda promete uma continuação. Minha aposta é que REC 3 será incrível, mas só vendo pra crer.

Nota: 7,5/10

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