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DISCOS CLÁSSICOS: Pet Shop Boys | Introspective

por johnny, 17 de set. de 2010

Já faz mais de 20 anos que o duo Pet Shop Boys (formado por Neil Tennant e Chris Lowe) lançou um dos maiores discos da história da música eletrônica. Um dos maiores símbolos dos anos 80, há um bom tempo vinha lançando álbuns de espetacular qualidade (vide Please e Actually) e sucesso, mas foi com esse disco que, em 1988, eles alcançaram o topo do sucesso, principalmente aqui no Brasil, onde segundo os arquivos da EMI, foi o álbum da gravadora mais vendido no país.

Começa com o pretensioso e lindo arranjo de orquestra em "Left To My Own Devices", certamente uma das canções mais lindas do álbum, na sequência temos a ótima "I Want a Dog" ( " eu quero um cão, um chihuahua / quando eu chegar ao meu pequeno apartamento / preciso ouvir alguém latir/ você pode se sentir tão só "), esta com direito a um solo de piano brilhante, depois segue com a pop e ensolarada "Domino Dancing", sucesso absoluto nas rádios brasileiras do fim da década.

Em seguida "I'm Not Scared", um exemplo de como é possível juntar melancolia e uma batida dance, com letra e arranjo impecáveis, a faixa contém samples de gravações da tv francesa de maio de 1968. Na sequência temos duas versões, "Always On My Mind" (que torna a versão original esquecível) e "I'ts Alright", do produtor Sterling Void, que fecha o disco em grande estilo, com uma levada poderosa. Esta última, assim como "Left To My Own Devices", tem produção de Trevor Horn.

Introspective é, sem dúvida, um dos 10 melhores discos dos anos 80. Com produção caprichada e a capa ousada para a época, pois remetia ao símbolo GLS (as sete cores do arco-íris), e logo tornou-se um clássico instantâneo, sucesso absoluto de crítica e público. Após mais de 20 anos ele continua fascinante, e ajudou a transformar o Pet Shop Boys numa lenda da música eletrônica, ou do synth pop, como é melhor definido o som deles.

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Michael Jackson: Seu Inesquecível "Thriller"

por johnny, 15 de set. de 2010

Em 1982, a MTV exibiu pela primeira vez Billy Jean, do superastro Michael Jackson, causando grande impacto. O melhor viria pouco tempo depois, quando John Landis dirigiu a inesquecível dança dos zumbis do clipe de thriller, uma superprodução de 14 minutos de duração que levaria os vídeos de música a uma nova dimensão, na qual criatividade e grana seriam essenciais. MJ quebrou duas barreiras na MTV: a de sua raça e a da arte de criação de vídeos e a emissora consagrou-se o principal veiculo de promoção do rock e do pop.

Ao lado do produtor Quincy Jones e do cineasta John Landis, Michael Jackson deu um passo à frente de sua época e mudou a linguagem dos vídeos musicais para sempre. O trio apostou na qualidade de roteiro de cinema e edição de filmes publicitários, em detrimento de um playback simples, frio com uma direção de arte pobre em efeitos e técnica, que eram usados até o momento.

Até então, nenhum vídeo tinha sido tão caro, Thriller custou inacreditáveis 500 mil dólares, um absurdo para os padrões da época, atingindo um nível tão alto de qualidade, com direito a uma pequena história cinematográfica dentro de outra historia, alem da inesquecível dança de zumbis, maquiagem e efeitos especiais. A partir deste momento, a indústria do vídeo da música iria considerar este estilo de dança, com artistas alinhados, a nova norma mundial.

Thriller é um ícone imprescindível para a cultura pop. A jaqueta vermelha e a calça curta de MJ, a dança dos zumbis, a gargalhada de Vicent Price ao final. Suas imagens inspiraram centenas de outros videoclipes que viriam depois e tranformou MJ no astro mais famoso do mundo. Boa parte do sucesso de vendas do álbum thriller deve-se a esse clip.

Thriller marcou gerações de todo o planeta, foi o vídeo mais assistido de todos os tempos e também o mais parodiado. Suas influencias são infinitas, basta olhar adiante e ver quantos artistas bebem da sua fonte. Aqui no Brasil ele foi exibido pela primeira vez no fantástico, que o reprisou na semana seguinte a pedidos dos telespectadores. No auge de sua popularidade o vídeoclip chegava a ser reprisado duas vezes por hora na MTV americana. Nenhum outro videoclipe teve tamanha repercussão, antes ou depois.



Curiosidades:

Thriller chegou a ter uma premiere em um cinema de Los Angeles, com a presença de dezenas de artistas como Marlon brando, Elizabeth Taylor, Cher, Diana Ross, eddy Murphy e Prince. A platéia aplaudiu o vídeo de pé e exigiu que ele fosse repetido.

A pesquisa, realizada pelo MySpace, entrevistou mais de mil fãs de música. Os entrevistados fizeram a escolha a partir de uma lista de 20 videoclipes selecionados por críticos do cinema e do entretenimento. Thriller, reconhecido por ter rompido as fronteiras entre produção de música e cinema, conquistou 15,2% dos votos, à frente de Here it Goes Again, sucesso de 2006 na Internet com a banda OK GO dançando em esteiras de ginástica.

Direção: John Landis
Produção:
George Folsey Jr.
Roteiro:
John Landis & Michael Jackson
Elenco:
Michael Jackson & Ola Ray
Lançamento:
02 de dezembro de 1983
Duração:
13:43 min.
  • agradecimento à revista BIZZ

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CLÁSSICOS DA MÚSICA: Def Leppard | Hysteria

por johnny, 2 de set. de 2010

Def Leppard é uma das bandas de hard rock mais amadas do mundo. Tendo vendido milhões de discos e chegado ao topo da parada com esse álbum pesado e sensacional. Hysteria marcou o auge do grupo, vendendo mais de 16 milhões de cópias e 7 singles nas paradas de sucesso.

O seu maior hit foi "Love Bites", uma balada ultra-romântica que fez muito sucesso no Brasil com a versão breguíssima (essa palavra não existe mas eu quiz usá-la) do grupo farofa Yahoo (argh), "quando faz amor/ se olha no espelho", lembra, né? Pois bem. Mas não só de baladas agridoces é composta essa obra prima do hard rock, só na primeira audição de "Animal" já dá para perceber o potencial da música, sendo a minha preferida do grupo com uma letra animal (desculpa o trocadilho):

"E eu quero, e eu preciso/E eu anseio animal/Me pegue, pegue-me/Faça de mim seu animal/Me mostre me afague/Deixe-me ser seu animal/Eu quero, ooh yeah, animal"


A canção é muito bacana mesmo, um clássico oitentista que só deve ser ouvido no volume máximo, pois é impossivel aproveitá-la ao som baixo. Outro clássico é a faixa título, uma balada que não chega a ser cafona como "Love Bites" e possui uma harmônia de arranjos muito firme. Além de "Animal", "Love Bites" e "Hysteria", outros sucessos tocaram muito nas rádios estadunidenses: "Women", "Run Riot", "Armageddon It", "Rocket" e "Pour Some Sugar On Me". Esta última tem uma história curiosa, quando ela estourou nas rádios, virou trilha sonora de clubes de striptease de todo o país. Não é difícil supor porque:

"Escute! Luz vermelha, luz amarela, luz verde - vai!
Mulherzinha louca em um show de um homem só
Rainha do espelho, manequim, ritmo do amor
Doce sonho, sacarina, relaxe"


"Jogue um pouco de açúcar em mim
Oh, em nome do amor
Jogue um pouco de açúcar em mim
Venha, excite-me
Jogue um pouco de açúcar em mim
Oh, eu não estou satisfeito o bastante"


"Você tem os pêssegos, eu tenho o creme
Sabor doce, sacarina
Porque eu estou quente, tão quente, doce grudado
Da minha cabeça aos meus pés
Você quer açúcar? Uma colher ou duas?"

Animaaaaaaaaaaaal !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Seu grande sucesso nos EUA demostrou que valeu a pena investir uma fortuna na produção (se vendesse menos de 5 milhões de cópias o disco daria prejuízo), Hysteria chegou a vender 1 milhão de cópias por mês (parece história de Michael Jackson) nos 6 primeiros meses do lançamento. O total acumulado é de 12 milhões só na terra do tio Sam. Hysteria deixou sua marca na história do rock.

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CLÁSSICOS DA MÚSICA: The Smiths | The Queen Is Dead

por johnny, 24 de ago. de 2010

O ano de 1986 foi marcado por grandes acontecimentos, contribuindo com fatos que marcaram a década: Chernobyl é assolada por um desastre nuclear.; o plano cruzado é criado; Peter Gabriel lança um dos álbuns mais importantes do mundo pop "So"e aconteceu a explosão do ônibus espacial americano Challenger.

Mas também foi um ano espetacular para a música inglesa. Em julho de 86 o grupo de manchester The Smiths lança o álbum que é considerado sua obra prima, "THE QUEEN IS DEAD". Revistas como Spin, Melody Maker e Rolling Stone elegeram como um dos 10 melhores álbuns de todos os tempos. E não foi a toa. Todo esse prestígio alcançado tem seu motivo: The Queen Is Dead é de uma beleza imaculada e permanece como um dos mais belos discos de rock de todos os tempos.

Antes de mais nada vale ressaltar que o Smiths foi uma banda revolucionária para a época, eles foram os responsáveis pela revolução do rock britânico, botando um fim na era dos sintetizadores e trazendo de volta as guitarras. As letras de Morrissey - de quebra, ultra polêmicas - se adaptavam perfeitamente às melodias de Johnny Marr (talvez a maior dupla da historia do rock, depois de Lennon/Mcartney e Jagger/Richards) e juntamente com Andy Rouke(baixista) e Mike Joyce( baterista) formaram o The Smiths, a banda mais importante da inglaterra dos anos 80.

O álbum, assombroso mas, ao mesmo tempo hilariante, é um ataque selvagem a familia real,principalmente a Margareth Thatcher, que na época ocupava o cargo de primeira ministra. A dama de ferro, como era conhecida, conservadora até a medúla e com cara de poucos amigos, chegou no poder fazendo varias reformas trabalhistas, defendendo o fim da educação gratuita, a privatização de várias empresas e a criação de novos impostos.

O desemprego aumentou muito naquela época e isso causou a fúria dos ingleses e Moz, claro, não deixou passar em branco e desabafou todo o seu odio por Thatcher e a então, atual rainha da inglaterra Elisabeth II gritando que a rainha está morta e os jovens não precisam mais se preocupar. Simplismente sensacional.

As letras de Morrissey, com referências homossexuais estão presentes nas canções "The Boy With the Thorn in His Side" e "There´s a Light That Never Goes Out", esta, considerada a mais bela de todas, e não é por menos. O refrão cortante em que o sagaz Moz canta o desejo de morrer ao lado da amada (ou do amado), morte essa abençoada, pois o prazer e o privilégio de morrer seriam dele. "Cemtery Gates" é uma crítica aos criticos que acusam moz de plagiar Oscar Wilde:

"Não plagie ou pegue "emprestado"
Porque há sempre alguém, em algum lugar
que é narigudo e sabe
E que te passa uma rasteira e ri
Quando você cai
E que te passa uma rasteira e ri
Quando você cai"


Em "Bigmouth Strikes Again"o desbocado Moz ataca outra vez, e é condenado por isso. agora ele sabe como Joana D'Ark se sentiu. Na verdade a letra insinua que o que Morrissey fala é tão ofensivo a ponto de não merecer fazer parte da raça humana. Uma auto critica bem cínica sobre o teor das letras, polêmicas e que incomodavam os burgueses da Inglaterra."Some Girls are Bigger Than Other", apesar de ter uma letra simples, dá margens a várias interpretações por sua suposta anbiguidade.

The queen is dead será sempre lembrado pela beleza e enorme influência que causou nas bandas brasileiras, especialmente o Legião Urbana, que apossou temas como angustia e solidão em suas músicas. Mas nenhuma banda conseguiu alcançar a qualidade dessa obra prima dos anos 80, que sempre será lembrado com o maior trabalho já feito pelo grupo.

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Quem é esse tal de Damon Albarn?

por johnny, 18 de ago. de 2010

Primeiro veio o Blur, uma das bandas do Britpop mais originais surgidas na Inglaterra dos anos 90; depois surgiu com o projeto Gorillaz, uma ideia genial de juntar desenho animado e música da melhor qualidade que resultou num dos grupos musicais de maior sucesso dos últimos anos e ainda sobrou tempo pra se reunir com antigos integrantes do Clash, Verve e Afrobeat e criar a mais brilhante trilha sonora da vida londrina com sua outra nova banda - The Good, The Bad & The Queen.

Estamos falando do Damon Albarn, o mentor de todas essas bandas e um dos maiores gênios da música dos últimos tempos. É verdade que na história do rock, ele e sua banda Blur figuram como vices na disputa entre o Oasis pelo primeiro posto em influência e popularidade.

Contudo, Albarn conduziu sua carreira de forma surpreendente e muito bem sucedida, diga-se de passagem, ao apostar em dois projetos inusitados: o primeiro, o Gorillaz, com integrantes transformados em personagens virtuais e uma mistura de Hip-Hop e rock, vendeu mais de 12 milhões de cópias ao redor do mundo de seus dois álbuns de estúdio - o brilhante Gorillaz e o ótimo Demon Days (eleito um dos 10 melhores álbuns de 2005, segundo a Rolling Stone) .

O segundo projeto batizado de The Good, The Bad & The Queen. Uma "superbanda", com músicos consagrados por outros trabalhos como Paul Simonon, baixista da lendária banda punk inglesa The Clash; Simon Tong, ex-guitarrista do The Verve e o baterista do Afrobeat Tony Allen, todos músicos excepcionais em seus instrumentos.

Blur

Em 1989, Albarn junta-se a amigos da faculdade e formam o grupo Seymour, mudando mais tarde para Blur, com o Blur eles alcançam o estrelato na Inglaterra com o álbum Parklife (1994), um desfile de preciosidades, que retratavam os costumes do povo londrino, a obra prima do quarteto só não alcançou sucesso planetário porque seus temas ainda giravam em torno dos costumes ingleses. Porém em 1997 veio o estouro mundial com o álbum homônimo e o grande hit de dois minutos song 2.

A canção foi um marco na carreira do grupo, tornando-os conhecidos no mundo todo e definindo o novo som do grupo. A mudança veio devido ao crescente declínio que o Britpop (estilo musical mais popular e influente da Inglaterra no anos 90 por causa de bandas como Oasis, Suede e o Blur) estava sofrendo. Agora com guitarras mais barulhentas, com influências do Pavement, Sonic Youth e Dinossaur jr. o Blur já podia se sentir renovado.

Entretanto os tempos eram outros e após o lançamento do sexto álbum de estúdio "13" a banda não conseguiu manter o sucesso de antes, assim como outras bandas do britpop como Oasis, The Verve e Travis.

single de "Stylo" do Gorillaz

Em 2001, após o fim não oficial da banda, Damon decide trabalhar em um projeto paralelo, chamou alguns músicos e o cartunista Jamie Hewlett, criador da HQ Tank Girl e criou o grupo Gorillaz. Um sucesso mundial. a banda que misturava batidas hip-hop e rock fez tanto sucesso que depois ninguém lembrava mais que o seu mentor era vocalista do Blur, isso devido ao fato de que o grupo era formado por personagens virtuais, uma novidade, "avatares" que representavam os quatro integrantes oficiais: Tina Weymonth (Talking Heads e Tom Tom Club), o DJ canadense Kid Koalae o veterano cantor cubano Ibrahim Ferrer. com músicas como Clint Eastwood, Feel Good Inc. e Dare eles alcançaram a parada de sucesso e foram trilha de muitas baladas.

Recentemente o Gorillaz lançou mais um álbum de inéditas, intitulado Plastic Beach. Desta vez, com participação de músicos como Lou Reed, Paul Simonon e Mick Jones (também do Clash)entre outros. Vale a pena dar um ouvida, o disco é bom do inicio ao fim e promete ser um dos destaques de 2010.

Em 2007, chega as lojas The Good, The Bad & The Queen, "uma misteriosa obra sobre Londres" - assim definiu Albarn, um disco genial com produção sofisticada, criando um carrossel de melancolia, cujo resultado final deixa o ouvinte com vontade de ouvir mais.

A novidade agora é um passeio pela música africana, o pop inglês ( pode-se perceber influencias do álbum Parklife), o jazz e o hip hop americano - alias, este estilo musical está sempre presente nos últimos projetos do vocalista.

Com toda a certeza eu posso afirmar sem medo que Damon foi um dos maiores gênios da música dos últimos 20 anos. Ele compôs vários sucessos que marcaram uma geração, influencia muitos grupos ingleses e de todo o mundo, liderou aquela banda que para muitos foi a principal percussora do movimento Britpop, o Blur.

Criativo, Albarn não se prendeu apenas ao seu grupo e busca sonoridades diferentes com outros projetos, como o Gorillaz e o The Good, The Bad & The Queen e apesar de sua primeira banda ter perdido o duelo com o Oasis, ele sim, pode ser considerado um vitorioso. Reinando na cena pop inglesa com maravilhosos trabalhos, que repercutirão por muitos anos.

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Simple Minds no Brasil!!!

por johnny, 17 de ago. de 2010

Ícone dos anos 80 volta ao Brasil para uma séries de shows

O grupo Simple Minds, que fez muito sucesso nos anos 80 com a música “Don´t you forget About Me” retorna ao Brasil pela terceira vez para uma série de shows na terra do carnaval.

Eles tocam em São Paulo nesta terça-feira (17). A banda ainda toca no Rio de Janeiro na quinta-feira (19), em Brasília no sábado (21) e termina a viagem se apresentando em Porto Alegre no domingo (22).

O show promete ser uma celebração dos anos 80, já que o Simple Minds manteve um sucesso estrondoso em toda a década e marcou a adolescência de muita gente, principalmente os jovens que cresceram assistindo as comédias geniais de John Hughes. O seu maior hit e até hoje insuperável, “don´t you forget about me”, foi composto para a trilha sonora do clássico Clube dos Cinco(1985), o filme que revolucionou o gênero comédia romântica como o filme adolescente definitivo.

Ainda sobre a faixa, que foi composta por Keith Forsey e inicialmente oferecida para Billy Idol e Brian Ferry, não estava nos planos da banda na época, conta Kerr. “Nós já tínhamos o single ‘Alive and kicking’ na manga, que era para ser o nosso grande hit. Foi só uma música que a gente gravou em uma tarde, para um filme. Não era para ser parte da nossa estratégia, nem entrou no álbum, mas se transformou em um monstro colossal”, lembra.

O cantor afirmou que a canção voltou às paradas depois da morte de John Hugues e se tornou a música dos anos 80 mais tocada nos EUA recentemente.

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Bon Jovi no Brasil + Disco Novo

por Autor Convidado, 13 de ago. de 2010

O SHOW
BON JOVI se apresenta em 6 de outubro no Estádio do Morumbi. O show faz parte da turnê mundial de "The Circle", lançado em novembro de 2009 e certificado com disco de platina nos Estados Unidos.

Os ingressos para o único show do Bon Jovi no Brasil foram colocados à venda nesta madrugada.
Os preços variam de R$160 a R$ 600. Estudantes tem direito a meia-entrada em todos os setores.

As entradas para o show do BON JOVI em São Paulo podem ser compradas na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo ao Credicard Hall (Av. das Nações Unidas 17.981 - Santo Amaro), e demais pontos de venda espalhados pelo Brasil, incluindo as lojas Saraiva Mega Store e Fnac.

O telefone 4003-0696 (válido para todo o Brasil) e o site da Tickets For Fun são as opções para quem quer comprá-los no conforto de seu lar.


Seis setores esgotados para show em SP
De acordo com o site da Tickets For Fun, empresa responsável pela venda de ingressos para o show do Bon Jovi em São Paulo, seis setores estão esgotados.

Estão indisponíveis as entradas para Pista Premium, Cadeira Superior Premium, Cadeira Superior Azul, Cadeira Superior Vermelha, Cadeira Inferior A e Cadeira Inferior B.
A banda de Nova Jersey se apresenta dia 6 de outubro no estádio do Morumbi.

O site oficial do BON JOVI está disponibilizando um pacote VIP para o show de São Paulo válido para todos os fãs da banda. Não é necessário ser associado ao fã-clube para ter direito ao Diamond Premium Package. Acesse o BonJovi.com/LA e adquira já o seu.

O pacote Diamond Premium inclui:
  • - um ingresso VIP para a Pista Premium
  • - entrada antes da abertura dos portões em área reservada
  • - comes e bebes durante o show
  • - uma bolsa de algodão criada exclusivamente para a ocasião
  • - um livro ricamente ilustrado com fotos da turnê autografado de próprio punho por Bon Jovi
  • - atendimento personalizado no local
  • - banheiros exclusivos em área reservada
  • - tenda com venda de mercadorias da banda






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